Gilmore Girls é vida. Ok, é vida de adolescente. Tá bom, adolescente de 2006/2007 e alguns anos adjacentes. No final desse post, um joguinho batuta pra você se divertir quantas vezes quiser. O tempo passa, mas alguns pensamentos da época … Continue reading →
Não vou meter o bedelho a fazer uma profunda análise critica, esse post é apenas uma propaganda gratuita do filme “Black Swan”, ou “Cisne Negro”, como foi traduzido.
Eu já esperava muito dele, só de ter visto o trailer e os cartazes. Ouvir dizer que era foda, que era o favorito do Oscar, mas não gosto de me atentar as criticas, é um receio que tenho: o de ser muito influenciada. Ou até mesmo trauma de criaturas geniais que insistem em contar o final do filme em seus comentários.
Sem mais prolongamentos, “Black Swan” é um filme obrigatório para cinéfilos, psicólogos, filósofos, bailarinos e afins.
A atuação de Natalie é indiscutível, a câmera na mão dá movimento às cenas e sabe explorar o mundo da dança sem deixar de lado o principal, a narrativa que é única e envolvente. A trilha impecável sustenta o suspense psicológico que deixa o espectador na ponta da cadeira do início ao fim. E o mais importante, é um filme que faz sentir.
Pra mim, Black Swan é o filme do ano, e olha que ainda estamos em Fevereiro.
Essas férias de verão tem sido tão boa que estou pensando seriamente em me inscrever em algum curso de inglês nesse semestre, só pra poder dizer pro teacher “Ah, as férias foram ótimas, estive no Chile, conheci várias coisas novas, até pulga peguei,… e ainda de quebra fui à Campus Party 2011 como estagiaria”.
So far, so good. Janeiro tem sido ótimo e generoso, um beijo pra ele. Em breve escreverei sobre minhas aventuras pela américa latina e afins.
Eu tinha um professor de redação que nos dizia que para escrever bem não bastava ler, tinha também que escrever. Noto que nos últimos anos tenho lido uma quantidade razoável de blogs livros, porém não me lembro de qual foi a ultima vez que finalizei algum texto que não fosse para a faculdade.
O que é mais do que uma lastima, é uma tragédia pra quem um dia aspirou à carreira jornalística. Para por fim a esse meu tormento resolvi montar esse blog, como exercício de escrita, diversão… ou qualquer outra coisa.
Blog esse que eu venho ensaiando há anos com a desculpa de não saber qual nome dar a ele. Ou porque já haviam cadastrado o nome que eu desejava, ou por falta de criatividade. Ou também pela dúvida do que escrever nele; política, culinária, filmes, decoração, gambiarras domesticas talvez? Verdade seja dita, tais questionamentos ainda estão aqui do meu lado junto a uma pilha de outras dúvidas. Interrogações já fazem parte do meu ser, somos íntimos. E como eu não tenho pressa pra essa resposta, vamos sentar e observar esse espaço tomar forma.